Eis uma assombração que não vai longe, ao menos não caminhando. Espectro que assombra a Ilha Grande, Restinga de Marambaia e Mangaratiba, no Rio de Janeiro; descrito como um sujeito de aparência insuspeita que, todavia, surge e desaparece repentinamente, e tem os pés feitos de louça com um brilho característico. Recomenda-se não olhar diretamente, afastar-se o mais rápido possível e evocar a Deus.
sexta-feira, 20 de julho de 2018
quarta-feira, 18 de julho de 2018
João Galafuz
Duende marinho que surge em certas noites, prenunciando tempestades nos rios e praias de Pernambuco, chamando a atenção para si através de uma luminosidade bruxuleante que emite quando exposto a atmosfera.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Boto
No período das festas juninas, o boto se transforma em um rapaz belo e elegante, que seduz moças desacompanhadas, levando-as para o fundo do rio e, eventualmente, engravidando-as.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Arranca-Língua
Embora o Mapinguary já tenha sido confundido com o Pé-Grande norte-americano, o Arranca-Língua que habita as matas ao longo do Araguaia é mais afim a sua contraparte yankee. Nem totalmente homem, nem completamente gorila, essa criatura apresenta características de ambos. Sua dieta peculiar lhe dá nome, alimentando-se das línguas de animais e homens.
Cabra Cabriola
Oriundo do folclore português, o Cabra Cabriola cumpre o papel de Bicho-papão e Cuca, ou seja, uma criatura pra disciplinar as crianças. É representado como um caprino hominídeo que devora crianças - imagina-se que a peculiar capacidade onívora das cabras tenha originado o mito.
terça-feira, 3 de julho de 2018
Bicho-homem
Uma monstruosidade humanoide presente em diversas partes do Brasil, com variantes típicas. Descrito como um ser ciclópico dotado de apenas uma pata inferior, extremamente forte e grande, capaz de dragar rios ao saciar sua sede e devorar dezenas de homens de uma só vez. Vive no mais fundo das matas e florestas, evitando a humanidade sempre que possível.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Guajara
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Pai do Mato
No centro-oeste do Brasil, o Pai do Mato é representado como uma espécie de fauno tupiniquim, protetor da natureza, que cavalga com porcos selvagens, muito semelhante, em parte, ao Curupira. Já mais ao norte, o Pai do Mato é um gigante peludo cuja cabeça ultrapassa a altura das arvores, cujos urros rebombam pela floresta, um protetor das matas bastante intimidador e, provavelmente, o maior gigante do folclore brasileiro.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Cabeça de Cuia
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Quibungo
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